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quinta-feira, 16 de maio de 2013

Pessoas

Segundo Giancarlo Livraghi podemos ter 4 tipos de (atitudes normais em) pessoas. As (atitudes) Inteligentes, sendo estas as que contribuem para o bem do individuo e da sociedade, ou apenas para um deles, mas nunca para causar o mal de um deles.

As infelizes em que os indivíduos se prejudicam em função do bem de outros, uma vez estes são heróis outras apenas pessoas demasiado boas...

As atitudes do bandido, as que Portugal está bem habituado, em que os indivíduos procuram obter benefícios mesmo que isso signifique destruir os outros. No geral mesmo que fossemos todos uns bandidos isto não seria muito prejudicial para a economia de uma sociedade uma vez que os iriam mudar de mãos de bandidos para bandidos, levando à estagnação da sociedade, mas nunca a um retrocesso.

Mas o pior de todos os tipos de pessoas (leia-se atitudes de pessoas) é as estúpidas, infelizmente um modo de vida que se vê constantemente, atitudes de pessoas que se prejudicam, ou em que nada ganham, mas que provocam grande perda para outros. Uma sociedade repleta de pessoas estúpidas é uma sociedade que apenas retrocede.

 




Isto tudo só para perguntar, serei só eu que estou farto de aturar pessoas estúpidas?


 
 
 
 
 
 
 
 
Adaptado de Giancarlo Livraghi (Versão em português de Maranhão Barros)

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Vida depois da morte

Morte,

um tema ignorado, temido e que nos deixa com saudades dos que já partiram...

À parte de toda a mística e sofrimento que existe sobre o tema, sendo eu um ser racional, tenho que me debruçar sobre o que me esperar na morte.

É certo que ninguém lhe escapa, por isso podemos simplesmente ignorá-la até que esta venha ter connosco. Aí, e só aí, pensamos e sofremos com a sua existência.
"Mais vale não pensar nisso, só nos vai deixar tristes..." e para quem acredita e pretende continuar a acreditar nisso deve parar de ler agora!


Para todos os outros, aqui fica a minha posição sobre o tema:

Eu acredito que o pensar na morte não nos deixa tristes, mas sim alegres...
Na morte temos apenas 2 opções, acreditar que ela é o fim de tudo, que depois dela não existimos mais, ou acreditar que de alguma forma poderemos existir depois dela.

Se tudo acaba com a morte, então tudo o que sou e faço deixará de ter importância pois em poucos anos nada do que para mim existe continuará a existir. Posso desrespeitar todas as leis, fazer tudo o que quiser sem medos, viver a vida como quiser...cheia de alegrias ou tristezas, não importa, nada disso passa de substâncias químicas e matéria orgânica a interagir na minha mente, sendo que a própria mente, não é grande coisa...é apenas a evolução do que antes era apenas instinto básico de sobrevivência  É agora algo como a racionalização do instinto. Assim, se é tudo tão banal, tão frágil e sem importância, porque não morrer já? Agora!? Vai tudo dar ao mesmo, morrer agora ou daqui a uns anos, tudo termina da mesma forma...tudo termina com o vazio! Nada de tristezas, arrependimentos, ódios, alegrias, sonhos,... amor...
Tudo termina num nada!

Mas se por outro lado, esta vontade que todos os seres vivos sentem de viver, de se multiplicarem, de crescer.. de serem felizes..., se tudo isto é mais que células orgânicas a competirem, então a vida tem objectivos; ou pelo menos, tem razões para existir e para continuar a existir. Estes objectivos, ou sentimentos básicos são como "vozesinhas" que nos dizem, "Vive!", "Procura a felicidade!", "Faz o que é correcto!" "Multiplica-te"...este "instintos" básicos que estão dentro de todos nós unidos a todos os sentimentos e à capacidade de raciocinar, tudo isto deverá ter um objectivo. Porque existem eles? Porque nos guiam na vida? Que objectivo poderá a vida ter se todos morremos e tudo termina!?

Não! Às tantas não existem objectivos nenhuns...é tudo um acaso! Foi a evolução das espécies! É tudo uma questão de ciência pura e crua...
Ou será que não? A escolha é tua, ou acreditas que nada importa ou acreditas que afinal poderá ser que exista alguma coisa e mais vale estar preparado.

Eu prefiro acreditar que esse objectivo existe! Prefiro acreditar no que o meu coração me diz e não acreditar que puff...já não existe nada!!!
A vida luta para existir. A vida está programada para se multiplicar e criar seres cada vez mais complexos. Toda esta complexidade, força, racionalidade prepara-nos para o que vem no fim. Prepara-nos para morrer! Seria demasiado parvo preparar-nos para deixar de existir...mas mesmo que assim seja, então nada disto interessa. Tudo acaba no nada, certo?!

Mas e se por acaso tudo isto interessar?...Se tudo o que somos interessar? Se a morte não for só o fim...então tanto a vida como a morte interessam!!!

O instinto diz-me para sobreviver e ser feliz.  A lógica diz-me que a vida só tem significado se a morte não for o fim de tudo. Então tudo o que eu sou e faço, toda a maneira como vivo é importante. Se por acaso, de alguma forma, a vida continuar para além da morte, sabendo eu que tudo o que é material termina com a morte, então o que continua? O meu raciocínio? Pensamento? Alma? Espírito?...só isto tem chances de continuar...

O pensar na morte faz-me acreditar que na vida só uma coisa importa: a nossa mente! Aquilo que acreditamos, sentimos, fazemos, aquilo que verdadeiramente somos, só isto tem possibilidade de continuar depois da morte, de ser mais do que apenas células e químicos e evolução de espécies. Tudo o resto é certo que não sobreviverá à morte.

Então a morte faz-me acreditar que o que importa é eu preparar a minha mente, as minhas crenças, os meus valores, a minha capacidade de crescer e me adaptar...A morte faz-me compreender o sentido da vida! A morte traz-me conforto de saber o que sou e para onde vou...

Parece-me estranho que alguns escolham ignorar que o facto e a prova mais importante da vida é "a morte!"

Agora a escolha é tua, ou nada disto importa, ou prepara-te para a morte...pois a verdadeira preparação está dentro de ti!

Tutorial de Sedução (para elas)


O que os homens valorizam nas mulheres? Muito fácil responder... Aprende lá para depois não reclamares...
Como obter ou manter uma relação? Aqui ficam umas dicas para elas.
Caso não consigas todos os pontos, também não vale a pena stressar...é que nós homens somos mesmo muito fáceis...

A mulher que pretender cativar um homem deve ser confiante e tentar estar sempre bem disposta. Isto é o básico. Confiança e um bom sorriso e já estás a meio do caminho!
Quando não estás bem podes e deves demonstrar, nos gostamos de saber e ajudar, mas não nos encham a cabeça com demasiados problemas, uma mulher que está todos os dias de mau humor é impossível de aguentar.

Ri, sorri, sê simpática, demonstra a tua inteligência, o teu gosto pela vida, a tua vivacidade, a tua força para lutar pelo que queres e pelo que acreditas.
Enfrenta os maus e os bons momentos de cabeça erguida.
Depois de tudo isto, procura conhecer-te, saber o que queres e sê sincera. O Homem vai sempre estar lá para te ajudar em tudo que ele saiba que precisas. Só tens que ter força para descobrires o que é que tu queres e precisas...

E pronto, só com isto já estás com a personalidade perfeita! O homem está garantido!


ok, ok...o aspecto também conta...ok...

Valoriza-te. "O que é bom é para se ver" e nós homens somos muito visuais, adoramos ver... mas, atenção nada de exageros, ou passas rapidamente de miúda gira a "descartável"...mostrar pernas, decote, ou barriguinha é giro, mas na realidade basta-nos um de cada vez. O mesmo acontece com as cores que vestes ou te pintas. Os homens olham para ti mesmo que não estejas a chamar à atenção por isso não procures ficar demasiado vistosa ou acabas por dar a ideia que és demasiado insegura. (Alvos que pareçam demasiado fáceis são descartável...)
Preocupa-te em estar bonita e não te importes com o chamar à atenção. Há sempre um Homem que repara em ti independentemente do quanto simples estás; e mesmo simples, conseguirás certamente estar agradável ao olhar.
Se quiseres provocar fá-lo mais pela tua atitude do que pelo corpo. O olhar, o sorriso, o caminhar e a postura no geral, fazem milagres por si só.

Depois de estares confiante, gira, e decidida do que queres tenta não exagerar ao achares que é tudo teu. Nada de falar e rir alto demais, ser discreta e elegante é bastante importante. Prefere conversar num tom normal e gesticular sem muito exagero.

A mulher dever ser feminina. Mulheres agressivas, musculadas, egocêntricas ou pouco simpáticas não têm muito de atraente. 

Respeita-te e sê verdadeira contigo mesma. Não adianta por salto alto para ficar mais bonita e depois não conseguir andar com eles. A beleza deve ser pratica. 
Os homens tendem a querer deixar as bonecas em casa, por isso não sejas uma. Opta sempre por roupas e acessórios que te deixem confortável e, acima de tudo, confiante para mostrar todo o teu charme e energia.

Fogo, nós homens somos mesmo fáceis...

Outras dicas:
- Perfume é importante;
- Vestir de forma sexy tem a ver apenas com mostrar e melhorar os teus pontos fortes e esconder os restantes. Não tentes parecer a miúda da esquina!
- Caminhar calmamente sem exageros, mas com confiança, como se fosses a mulher mais desejada do mundo, em que nem precisavas de te esforçar muito, nem precisavas ter vergonha de te mostrar.
- Procura estar em forma.
- E deixa todos os medos e tabus de lado...

Mais dicas aqui e aqui.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Reflexão sobre a vida

Mecanica-da-Vida é um ensaio, como o autor lhe chama. 
Para mim é uma reflexão sobre a vida, individual e social, o seu estado actual, passado e futuro, não fosse a vida uma constante de paradigmas imutáveis revestidos de uma aparente e ilusória distinção de caminhos entre todos!
Encontrarás aqui uma oportunidade de olhar de forma diferente para conceitos como a liberdade, o consumismo, a ética e a felicidade...

Para ler e reflectir...

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

A Arte, Economia e Pirataria na música e cinematografia

Num dia quente de verão, no meio de um turbilhão de felicidade ela foi concebida. 9 meses depois aparece ela, a Arte. Como ela era bela, como ela era sonante. Era um prazer contemplá-la e usufruir da sua presença mesmo quando esta esta era ainda jovem e inexperiente.
Desde pequena que ela sonhava com a fama. Queria ser conhecida por todos.
Nessa altura para se alcançar o mundo, era necessário ajuda, não se podia simplesmente abrir uma pagina na web... A opção era envolver no processo de divulgação os bons vendedores, produtores, disigneres, etc. Assim sendo, a arte empenhou-se, "vou contactar a Economia para me ajudar.

Economia era já uma velha sabixona na altura. Rapidamente se disponibilizou para ajudar. "Em breve todos te vão conhecer, todos se vão alegrar ao ver-te", dizia confiante a Economia para a Arte.
E assim começou a história de como Arte cada vez se tornou conhecida em prol do "bem da humanidade", ou pelo menos assim ela pensava. Pois aos poucos a Economia foi esquecendo "o bem da humanidade" e focou-se apenas no se tornar "cada vez mais conhecida".

Tudo era belo, tudo era feliz, até ao dia em que o bicho da inveja apareceu para a Economia. O Homem tinha resolvido pensar. Começou a copiar as k7s..."raios, não tarda nada andam todos a partilhar a musica divulgada e eu deixo de vender a musica antiga e tenho que estar sempre a comercializar novos produtos!!" pensou para si a Economia.
Contente o Homem vivia rindo e chorando ao bom toque da Arte. Ouvia as copias e não estragava o original, oferecia a copia até no natal. Eram felizes a Arte e o Homem.
Só a Economia não andava contente, os milhões que ganhava não eram suficientes, tinha que se proteger ou um dia podia não mais conseguir vender. O que fazer? O que fazer?

Vou codificar as musicas, construir maneiras de impedir as copias.

Mas codificar as musicas não foi suficiente. A economia precisava de mais. Mexeu os seus longos braços invisíveis e transformou a o Homem num Pirata. O Pirata agora triste, tem que se esconder, é preceguido pela lei.

Tudo começou novamente a correr a favor da Economia. Pelo menos até ao aparecimento da Internet...
A Internet, num acto de romantismo decidiu reunir o Homem e com Arte. Queria que eles se juntassem sempre e em todo o lugar.
Começou então a ajuda-los. A deixar que se encontrassem sem a supervisão de ninguém. Sem que alguém tivesse que saber, que permitir, ou que cobrar.

Como era de esperar alguém não estava contente. A Arte já não precisava da economia para ser conhecida, para ter qualidade... Como ficou triste a economia... mas nem pensar em desistir. A velha Economia podia até já não ser necessária, mas podia sempre tentar convencer tudo e todos que ela é indispensável. Aos poucos continuou a influenciar a lei e antes que todos se apercebessem já a própria Internet era controlada.

A Economia vive ainda hoje no eterno dilema de vender a Arte e continuar a ser sua dona.

Todos os que quiserem partilhar, divulgar e usufruir da arte gratuitamente são assim considerados como criminosos que roubam as empresas que tanto trabalho têm em fazer a copia massificáda de cds, dvs, blu-rays e paginas web para disponibilização paga de algo que se poderia obter gratuitamente ou a preços infimamente pequenos.
"Afinal onde está o valor acrescido do original sobre a cópia?" perguntava-se o pirata? se eu não preciso de um cd, vou paga-lo? Se o meu amigo tem a musica, porque não a posso ouvir também no meu computador, no meu mp3, no meu carro com os meus cd's? Triste é agora o mundo em que as mães têm que ensinar os seus filhos que afinal partilhar é errado...

terça-feira, 19 de julho de 2011

Reflexão ao blog(er)

Aqui encontram-se ardentes opiniões, desejos, sensações arrancadas do peito com vários murros na alma à mistura. Sempre imutável e radiante ela continua a evoluir!  Contra ventos fortes que lhe tentam alteraram o rumo. Descobri que da fonte ainda brota a alegria de ver este jardim crescer.

Com nostalgia recordo que já à muito descobri a minha vocação para os amores instantâneos, parvos, mas verdadeiros, espinhos cravados com os escudos levantados, pedaços do meu trilho, migalhas no meu ser. A Bella é que deve ser homenageada, sempre difícil e importante, imutável sofredora.

Alheio a tudo aqui encontro espelhado o meu lento amadurecer. A diminuição do ser inocente e parvo, o continuar do aprendiz que erra sem parar. Terei  50 anos e ainda estarei na busca do encaixe perfeito...
Um velho gaiteiro, charme constante, cabelo pouco ondulante, camisa aos quadrados, jeans velhos e botas da tropa, no meio da selva a lutar com dragões, fadas e vilões...
Ainda nessa altura a evoluir, amadurecer e lutar contra ferozes ventos... Aí mais forte que nunca continuarei a filosofar "aparvalhadamente"...e se dai depender a minha felicidade então... "so be it".

Felicidades a todos os possíveis leitores e todos aqueles que invariavelmente contribuem para este ser que hoje aqui se encontra.

Relax and have fun...

ps. Parabéns à LEGA ;) que ainda vai conquistar o mundo... possivelmente ai já sem mim...

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Desabafo estranho

É estranho constatar, que se intrometem na nossa vida com o único objectivo de prejudicar!
É estranho constatar, que todas as vezes, sem excepção, a mim essa intromissão teve o resultado oposto.

No seu desejo de destruir e incapacidade para compreender.
Mais me aproximei do que se pretendia abolir com uma renovada vontade de a compreender.

O principal alvo são as relações do coração.
Na sua ânsia, os intrometidos provocam o reverso da medalha,
relembram que o outro existe,
que é necessário união,
facilmente surge um renovado desejo de protecção.

É para mim estranho, pensar, que há quem conviva com o ódio, inveja, vontade de prejudicar...
e não me parece que queiram mudar.
Atitudes parvas e ignorantes que apenas procuram magoar! Fazem-no, com incapacidade de ser sensível. Não se apercebem que o mal se apodera do coração e admiram-se quando este pára de funcionar.
No final a amargura corroí-te a cada gesto.

Seja como for... não estou à toa,
posso-te afirmar, que estou numa boa,
continuando a dizer que é estranho constatar...

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Uma justiça para os meus outra para os outros....




O que me aconteceu...
Esta "piada" conta a ironia de uma situação similar...
(enebile ea vs puala endriou...a fom!)


"A MAIS PERFEITA E VERDADEIRA COMPARAÇÃO.


Duas distintas senhoras encontram-se após um bom tempo sem se verem. 
Uma pergunta à outra: 
- Como vão seus dois filhos... a Rosa e o Francisco? 
- Ah! querida... a Rosa casou-se muito bem. Tem um marido maravilhoso. É ele que levanta de madrugada para trocar as fraldas do meu netinho, faz o café da manhã, arruma a casa,lava as louças, recolhe o lixo e ajuda na faxina. Só depois é que sai para trabalhar, em silêncio, para não acordar a minha filha. Um amor de genro! Benza-o, ó Deus!
- Que bom, heim amiga! E o seu filho, o Francisco? Casou também?
- Casou sim, querida. Mas tadinho dele, deu azar demais. Casou-se muito mal... Imagina que ele tem que levantar de madrugada para trocar as fraldas  do meu netinho, fazer o café da manhã, arrumar a casa, lavar a louça, recolher o lixo e ainda tem que ajudar  na faxina!E depois de tudo isso ainda sai para trabalhar, em silêncio,  para sustentar a  preguiçosa,vagabunda, encostada da minha nora - aquela porca nojenta e mal agradecida!
"Mãe é mãe ! Sogra é sogra" !"

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Doença dos bloggers

Cada um de nós, bloggers,
a dada altura, a certo momento, numa ânsia do instante,
sentimos a necessidade de deixar algo para nós próprios, ou para a sociedade em  geral.
Algo que não vai fugir, algo que eventualmente poderá considerar como uma boa mensagem, um bom pensamento a transmitir.
Analisando as melhores soluções ao dispor do comum mortal, surge sem dúvida a web e os blogs como uma óptima solução. 
Está tudo a esquecer os livros, os diários e os papeizinhos escondidos debaixo da cama e no fundo das gavetas...
O problema é que depois de entrarmos nesta vida de "bloggers", habituamos-nos a escrever e a dada altura já não reparamos que escrevemos tudo o que nos passa pela cabeça. Eventualmente escrevemos coisas que muito provavelmente não interessa a ninguém, nem a nós próprios; 
E, mesmo quando o post até é interessante, de utilidade pública, ou simplesmente aceitável ler sem que se tenha vontade de "amandar" com o teclado ao anormal que escreve essas coisas, a maioria das pessoas não têm interesse nem vontade de deixar um pequeníssimo, um ínfimo, comentário aos posts.
Vá lá, pessoal. Nem que seja um "oi"!




















ps. não sei se perceberam, mas todo o texto tinha o único propósito de justificar a utilização desta imagem!

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Tempos difíceis

Os tempos são difíceis,
o défice veio para ficar.
Encontra-mo-nos sem oportunidade de adquirir,
e vêem-se as oportunidades voar.

Torna-se banal o vestuário mais reduzido e de relativa menor protecção.
Já se vê sem dúvida a mente masculina sofrer com os efeitos, desta inflação.

Tenho reparado em ti, mercado.
Analiso-te!
Estudo-te!
Aguardo com expectativa a milagrosa melhoria do estado geral das coisas,
mas... não faço investimentos... e,
assim, pareces inalcansável futuro promissor.

Vejo surgir, difíceis problemas de interoperabilidade.
Vejo o amor ser debitado em relação à subida dos restantes factores da época.
Vejo-te sempre distante, sempre uma possibilidade, futuro promissor.

Pensei em alugar. Podias ser uma ajuda! Mas, está fora de questão.
Pensei em pedir empréstimo, mas também... está difícil acreditar na boa vontade.
Penso que será melhor partir para o marketing agressivo,
sem dó nem piedade!

Esquecer a conjuntura actual passa a ser opção.
Decidir-me por uma abordagem directa,
seguindo a vida ao ritmo de uma bela canção,
em frente, em direcção à descoberta.
Seguindo apenas o toque do coração,
seguindo apenas ...

...a minha razão.