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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Tutorial de Sedução (para elas)


O que os homens valorizam nas mulheres? Muito fácil responder... Aprende lá para depois não reclamares...
Como obter ou manter uma relação? Aqui ficam umas dicas para elas.
Caso não consigas todos os pontos, também não vale a pena stressar...é que nós homens somos mesmo muito fáceis...

A mulher que pretender cativar um homem deve ser confiante e tentar estar sempre bem disposta. Isto é o básico. Confiança e um bom sorriso e já estás a meio do caminho!
Quando não estás bem podes e deves demonstrar, nos gostamos de saber e ajudar, mas não nos encham a cabeça com demasiados problemas, uma mulher que está todos os dias de mau humor é impossível de aguentar.

Ri, sorri, sê simpática, demonstra a tua inteligência, o teu gosto pela vida, a tua vivacidade, a tua força para lutar pelo que queres e pelo que acreditas.
Enfrenta os maus e os bons momentos de cabeça erguida.
Depois de tudo isto, procura conhecer-te, saber o que queres e sê sincera. O Homem vai sempre estar lá para te ajudar em tudo que ele saiba que precisas. Só tens que ter força para descobrires o que é que tu queres e precisas...

E pronto, só com isto já estás com a personalidade perfeita! O homem está garantido!


ok, ok...o aspecto também conta...ok...

Valoriza-te. "O que é bom é para se ver" e nós homens somos muito visuais, adoramos ver... mas, atenção nada de exageros, ou passas rapidamente de miúda gira a "descartável"...mostrar pernas, decote, ou barriguinha é giro, mas na realidade basta-nos um de cada vez. O mesmo acontece com as cores que vestes ou te pintas. Os homens olham para ti mesmo que não estejas a chamar à atenção por isso não procures ficar demasiado vistosa ou acabas por dar a ideia que és demasiado insegura. (Alvos que pareçam demasiado fáceis são descartável...)
Preocupa-te em estar bonita e não te importes com o chamar à atenção. Há sempre um Homem que repara em ti independentemente do quanto simples estás; e mesmo simples, conseguirás certamente estar agradável ao olhar.
Se quiseres provocar fá-lo mais pela tua atitude do que pelo corpo. O olhar, o sorriso, o caminhar e a postura no geral, fazem milagres por si só.

Depois de estares confiante, gira, e decidida do que queres tenta não exagerar ao achares que é tudo teu. Nada de falar e rir alto demais, ser discreta e elegante é bastante importante. Prefere conversar num tom normal e gesticular sem muito exagero.

A mulher dever ser feminina. Mulheres agressivas, musculadas, egocêntricas ou pouco simpáticas não têm muito de atraente. 

Respeita-te e sê verdadeira contigo mesma. Não adianta por salto alto para ficar mais bonita e depois não conseguir andar com eles. A beleza deve ser pratica. 
Os homens tendem a querer deixar as bonecas em casa, por isso não sejas uma. Opta sempre por roupas e acessórios que te deixem confortável e, acima de tudo, confiante para mostrar todo o teu charme e energia.

Fogo, nós homens somos mesmo fáceis...

Outras dicas:
- Perfume é importante;
- Vestir de forma sexy tem a ver apenas com mostrar e melhorar os teus pontos fortes e esconder os restantes. Não tentes parecer a miúda da esquina!
- Caminhar calmamente sem exageros, mas com confiança, como se fosses a mulher mais desejada do mundo, em que nem precisavas de te esforçar muito, nem precisavas ter vergonha de te mostrar.
- Procura estar em forma.
- E deixa todos os medos e tabus de lado...

Mais dicas aqui e aqui.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Reflexão ao blog(er)

Aqui encontram-se ardentes opiniões, desejos, sensações arrancadas do peito com vários murros na alma à mistura. Sempre imutável e radiante ela continua a evoluir!  Contra ventos fortes que lhe tentam alteraram o rumo. Descobri que da fonte ainda brota a alegria de ver este jardim crescer.

Com nostalgia recordo que já à muito descobri a minha vocação para os amores instantâneos, parvos, mas verdadeiros, espinhos cravados com os escudos levantados, pedaços do meu trilho, migalhas no meu ser. A Bella é que deve ser homenageada, sempre difícil e importante, imutável sofredora.

Alheio a tudo aqui encontro espelhado o meu lento amadurecer. A diminuição do ser inocente e parvo, o continuar do aprendiz que erra sem parar. Terei  50 anos e ainda estarei na busca do encaixe perfeito...
Um velho gaiteiro, charme constante, cabelo pouco ondulante, camisa aos quadrados, jeans velhos e botas da tropa, no meio da selva a lutar com dragões, fadas e vilões...
Ainda nessa altura a evoluir, amadurecer e lutar contra ferozes ventos... Aí mais forte que nunca continuarei a filosofar "aparvalhadamente"...e se dai depender a minha felicidade então... "so be it".

Felicidades a todos os possíveis leitores e todos aqueles que invariavelmente contribuem para este ser que hoje aqui se encontra.

Relax and have fun...

ps. Parabéns à LEGA ;) que ainda vai conquistar o mundo... possivelmente ai já sem mim...

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Desabafo estranho

É estranho constatar, que se intrometem na nossa vida com o único objectivo de prejudicar!
É estranho constatar, que todas as vezes, sem excepção, a mim essa intromissão teve o resultado oposto.

No seu desejo de destruir e incapacidade para compreender.
Mais me aproximei do que se pretendia abolir com uma renovada vontade de a compreender.

O principal alvo são as relações do coração.
Na sua ânsia, os intrometidos provocam o reverso da medalha,
relembram que o outro existe,
que é necessário união,
facilmente surge um renovado desejo de protecção.

É para mim estranho, pensar, que há quem conviva com o ódio, inveja, vontade de prejudicar...
e não me parece que queiram mudar.
Atitudes parvas e ignorantes que apenas procuram magoar! Fazem-no, com incapacidade de ser sensível. Não se apercebem que o mal se apodera do coração e admiram-se quando este pára de funcionar.
No final a amargura corroí-te a cada gesto.

Seja como for... não estou à toa,
posso-te afirmar, que estou numa boa,
continuando a dizer que é estranho constatar...

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Soften a cold heart


















O dia amanhece!
O sol surge lentamente no horizonte.
Jorge, coloca os pés na pacata vila.
Jorge, um homem com expectativas de ser aquele que trará uma nova ordem ao mundo, aparece pela primeira vez no solo de Sintra.
Vestido de preto! Cara de poucos amigos! Com o porte de militar que todos na vila estavam habituados a ver.
Jorge avança triunfalmente.
Jorge, apenas mais um forasteiro para os habitantes locais.
Jorge, o novo recruta para a polícia.
O seu rosto demonstra decisão.
A confiança transborda pelo seu olhar.
Jorge está pronto para completar a sua primeira missão.

A data é 13 de Janeiro de 1856. A data que Jorge nunca esquecerá.
Jorge faz hoje 36 anos. Esta é a primeira vez que sai da academia onde treinara por toda a sua vida!
Uma experiência inovadora!
Uma aposta do mais alto treino militar!
Jorge é o orgulho dos seus superiores.
Sintra, o distrito que secretamente lhe foi confiado.

Missão:
"A aparente calma de Sintra, necessita de alguém com capacidade para a libertar das amarras da podridão e corrupção!"

Esta é a única frase constante do relatório que foi confiado a Jorge.
Para ele esta vila não é mais que o seu novo campo de treino. A nova localização a ser conquistada!
Cheio de convicção, Jorge avança pela aparentemente pacata vila com o pensamento fixo na ideia de que rapidamente tudo estará aos seus pés.

O cheiro da serra, o vento frio da montanha, os gritos das crianças que brincam por perto, nada distrai Jorge.
Ao longe pode ver-se o centro da vila. Perto do centro, pode ver-se o local onde Jorge ficara hospedado.

"Uma estranha residencial, óptima para o teu início de missão"
É o que lhe foi dito.

"Aparentemente tudo está normal na vila" pensa Jorge ao colocar os pés na residencial.
Rapidamente o seu pensamento é invadido pelo cheiro a vómito e mofo. Um olhar mais atento e Jorge percebe de onde vem o cheiro. A residencial era velha, suja e parecia pronta a desabar a qualquer momento.
A maioria dos quartos estavam vagos e a pequena parte que eram usados estavam aos cuidados de vagabundos, drogados, prostitutas e os recentemente chegados recrutas para a polícia local.

Este ambiente em nada assusta Jorge.
Jorge foi treinado para ser o guerreiro mais forte, resistente, corajoso e inteligente que a força policial portuguesa alguma vez teve o prazer de possuir.

"Nada o pode deter!"
É o pensamento de todos os que o conhecem.

Com um olhar de decisão Jorge entra na residencial.
Um velho corcunda espera-o na entrada. O ar de superioridade deste é apenas superado pelo seu odor.
O mau cheiro não era só da própria residencial, mas também do seu staff.
Com uma arrogância que surpreende Jorge o corcunda encaminha-o ao quarto que lhe está atribuído.

"Este é o nosso melhor quarto. Deve ser alguém importante!" , diz o corcunda a Jorge.
Jorge não responde. Segue em direcção ao seu quarto sem perder tempo.
O corcunda nada satisfeito persegue-o reclamando.
"Não o quero ver a rondar por aí. Não se meta com os outros hóspedes e não me cause problemas. Deve seguir para a direita, tomar o elevador esquerdo e seguir directo para o seu quarto."

Jorge sentia pela primeira vez o desejo de sangue.
Corcunda irritante.
Hospedado no centro de podridão local.
Ansiedade por começar a sua missão.
Jorge era para todos um normal novo recruta. A sua missão era secreta.
Mas Jorge não é um recruta normal. O seu treino era tanto militar como religioso. Este inquisidor semi-actual estava aqui para abalar as fundações da própria terra que pisava.
Mal havia chegado e já desejava completar a sua missão com ferro e fogo!

Jorge decidiu vaguear pela residencial.
Contemplar a extensão da degradação a destruir.
As mulheres semi-nuas insinuavam-se a ele e os seus donos abordavam-no com a maior das naturalidades.
"Então meu caro, não gosta do produto?"
"Posso fazer-lhe um preço de amigos."
"A policia tem sempre tratamento especial."

Pelo chão não faltavam vagabundos, ratos e insectos que rastejavam por todo o lado.
A agressividade surge descontroladamente em Jorge.
"Este antro tem que ser destruído e com ele todos os que cá habitam." pensa Jorge.

Jorge corre para as escadas. Sobe a correr os seus cinco andares e chega a um pequeno terraço.
Daqui avista a bela vila.
Lentamente a paisagem dá a Jorge a calma que necessita.
As árvores da serra, o palácio da pena lá no cimo, os jardins repletos de crianças que brincam felizes.
Os pensamentos de Jorge apaziguam. A destruição que habita o seu coração diminui.

Mas... gritos! Ouvem-se gritos. De onde vêm? Jorge aproxima-se do parapeito.
Umas varanda mais abaixo. No prédio ao lado. Jorge... vê... a mulher da sua vida. Pele clara, cabelo negro, corpo esbelto. Este seria o momento perfeito caso não estivesse a discutir com um homem que violentamente a agarra.

O sentimento de justiça e rectidão fala mais alto. Jorge salta do parapeito para o pouco telhado do seu prédio e corre em direcção à violenta discussão.
Ao longe um Homem bate na deusa de Jorge. Nada o pode parar agora. este salta em direcção ao prédio onde se desenrola a cena. Consegue cair na varanda do andar de baixo. Sobe para a varanda do andar onde se desenrola a bruta discussão e grita uma ordem ao homem.

"Pára! Ou vais arrepender-te profundamente!"
Já no seu olhar brilhava o desejo renovado de sangue. Dirige-se ao homem com o desejo único de proteger a sua donzela.

"Homens, venham cá rápido" grita o infeliz tentando esconder-se atrás de uma mesa.
A porta abre-se!
Entram três polícias.

Jorge pára.
"Polícia!" Jorge não pode combater com a polícia.
Os três homens correm na sua direcção.
Agarram-no.
Algemam-no.
Jorge não resiste.

Jorge é arrastado para fora do quarto. Jorge tem ainda uns segundos para se certificar que a sua deusa está bem. Os seus olhares tocam-se. Ela está com a roupa rasgada, com a cara vermelha. Ela olha-o fixamente. Os seus lábios parecem sussurrar algo.
Jorge percebe um "obrigado" na sua voz surda.
Para Jorge isto valeu todo o esforço.

Horas passaram.
Jorge foi levado para trás das grades. Daqui pode apenas ver o sol esconder-se por trás das colinas da serra.
Já a noite havia invadido a sua cela quando a situação ficou explicada. Jorge assina um depoimento onde consta que o Sr. Dr. Hugo, presidente da Câmara, havia sido vítima de um injusto ataque por Jorge, mas como Jorge é ainda um recém chegado, novo recruta e jovem imaturo, o Sr. Dr. Hugo aceita esquecer a situação.
Jorge foi libertado, mas não se livrou de uma boa surra dada pelos seus novos colegas de trabalho.
Jorge nada sentiu.
No seu coração habitava agora a bela Juliana e apenas este novo sentimento se fazia sentir em seu corpo.
Juliana, a filha de um desgraçado que havia sido obrigado a entregar a própria filha como pagamento por uma dívida que nunca existira.

Jorge tem que esquecer a rapariga.
A sua missão é mais importante! A vila está corrompida pelas chamas do demónio. "A ira divina terá que descer sobre a vila." E Jorge é aquele que deve trazer a justiça aos que dela necessitam.
O seu antiquado fanatismo religioso, o seu cego sentido de justiça e o seu desejo de vingança eram agora um. Por alguns minutos nada mais envolveu o seu pensamento, mas lentamente estes foram novamente rasgados pelo pensamento em Juliana.

A residência está fechada quando Jorge lá chega.
O corcunda nada satisfeito veio abrir a porta. Desta vez certificou-se que Jorge entrava no quarto e não voltava a sair.

Poucas horas passaram e já Jorge se apresentava na esquadra para o seu primeiro dia de trabalho.
Nada o salvou de uma reprimenda por não se ter apresentado ao trabalho no dia anterior, e por estar cheio de mazelas. Nada importava se foram os próprios colegas que lhe deram uma sova. Aquilo não eram condições de um novo recruta se apresentar ao trabalho.
Jorge não se tentou explicar.
Estava pronto para o seu trabalho.
Vigília das ruas mais vagabundas da vila, mais de 20km, a pé, sem possibilidade para usar nenhum meio de transporte.
Durante dias Jorge fez o seu trabalho com zelo e sem reclamar.
Os 20km passaram a 30km.
O "a pé" passou a "com mochila às costas". Era necessário fazer umas entregas e Jorge era o recruta ideal para o trabalho.
Jorge aproveitou para conhecer a vila.
Jorge aproveitou para conhecer as pessoas.
Jorge aproveitou para saber quem estava podre e quem merecia ser salvo da sua ira.
Jorge aproveitou para saber mais sobre a sua amada. Não conseguia esquecê-la. Cada dia que passava mais ele pensava nela.
Juliana a pobre coitada, prisioneira na sua própria mansão.
Juliana a sonsa que havia subido na vida graças ao Sr. Hugo.
Juliana a bondosa que ajuda os mais pobres sem que o Sr. Presidente saiba.
Juliana a arrogante que já não ligava ás amigas.
Sra. Juliana a criança mimada que não sabe cuidar do marido.
Dona Juliana a antipática que não cumprimenta os criados nem respeita a família e amigos do marido.
A Juliana que abandonara os pais e fora viver para a parte rica da cidade.
Toda a gente conhece a Juliana.
Toda a gente tem opinião sobre a Juliana.
Mas já se haviam passado anos desde que alguém havia realmente falado com Juliana sem que alguém estivesse por perto para a espiar.

Jorge não desiste. Ele será o primeiro a quebrar esta prisão em que a sua amada se encontra.

Já era noite.
O presidente está fora da cidade.
Jorge entra na mansão. Sobe uma trepadeira em direcção à janela. Entra no quarto e percorre a casa.

"Que faz aqui?"
Uma voz feminina surpreende Jorge.
Este volta-se.
Uma mulher.
Era uma mulher! Madura, bem arranjada e perfumada.
"Ainda por cima com esses sapatos sujos. Os criados não podem vir aos quartos, saia já daqui!"
Jorge explica que quer apenas entregar um recado do Sr. Dr. a Juliana.

"Último quarto à direita! Mas seja rápido."
Jorge corre para o quarto. Bate à porta.
"Entre!"
A porta abre-se.
Os seus olhos embatem nos de Juliana.
O seu corpo coberto por um longo vestido de seda, o seu cabelo apanhado, a sua perfeição.
"O que deseja?"
O corpo de Jorge estremece. Será possível que ela não se recorde dele?!
Jorge olha-a calado.
Uns momentos de silêncio em que os seus olhares se tocam passam lentamente.
A boca de Juliana abre-se.
"Mas...tu...aqui...como?...o que faz aqui?"
Jorge avança para ela. Jorge não sabe como lidar com o amor. Jorge declara-se apaixonado e diz que a veio libertar.
Juliana não sabe se há-de sorrir ou chorar. Ela lembra-se de Jorge e do seu acto heróico. Ela também o esperou. Ela também sonhou com a possibilidade. Mas, não! A união dos dois não é possível.
O presidente não é homem a quem se possa escapar. A vida de ambos estaria em risco. A vida da família de  Juliana estaria em risco. Não há nada que se possa fazer. Juliana havia aceite o seu destino. Estava disposta a viver aquela vida para todo o sempre.

Mas Jorge, ele não, ele já não mais suportava aquela vida. Ele já mais poderia viver longe dela. Ainda mais agora que sabia que era possível. Jorge quer enfrentar tudo e todos.
A noite passa.
A lua deita-se no horizonte.
Com o tempo Juliana acalma Jorge. Uma amizade e romance fortalece naquela noite.
Desse dia em diante Jorge encontra-se sempre que possível com Juliana.

A missão de Jorge começa lentamente a ser afastada dos seus pensamentos.
Jorge compreende que familiares de Juliana estão também metidos na podridão da sociedade. Jorge não os pode destruir. Jorge não poderá suportar ver o olhar da sua amada mais triste ainda.
Jorge adia a sua missão.
Os superiores de Jorge contactam-no. Querem saber porque é que a missão não está completa. Porque é que ainda não receberam relatórios com as provas ou suspeitas de Jorge. Porque é que ainda ninguém morreu!?
Colegas menos capazes do que Jorge haviam já completado as suas missões. E Jorge!? O que anda ele a fazer?

Mas para Jorge há apenas uma missão. Fazer feliz a sua amada.

É noite. Jorge termina mais um dia de trabalho. Entra na residencial a pensar na sua amada. Jorge e Juliana já se conhecem há meses.
Até parece que ouve a sua voz.
Ou será verdade?! É a voz de Juliana. Juliana estava na residencial!

Cada dia mais bela, ali estava ela.
Acompanhada pelos criados e pelo Sr. Dr Presidente. A residencial estava a ser inspeccionada era o que dizia o Presidente rindo com o estalajadeiro corcunda.
Jorge finge não os conhecer e dirige-se ao elevador.
"Segure a porta do elevador" ouve ele.
Era a voz do corcunda.
"O Sr. Presidente vai subir também."
Junto com Jorge entram no elevador o presidente, a Juliana e as duas criadas.
Mal as portas se fecham o presidente deixa cair a mascara da falsidade e berra com a amada de Jorge.
Faz um escândalo porque acha que Juliana estava a sorrir demasiado para o corcunda. As criadas viram a cara e fingem que nada se passa. Uma delas parece reconhecer Jorge. Já o tinha visto várias vezes na casa do Sr. Dr.. E agora, ali estava Jorge vestido de policia. Jorge finge não a conhecer.
"Pásss"
A cena é interrompida pelo som de um estalo.
O facto de que Juliana estava calada tentando abafar a cena foi interpretado pelo Sr. Dr. como um sinal de indiferença e castigado de acordo.
A ira subiu ao coração de Jorge.
A criada solta num grito, "mas és tu".
As portas do elevador abrem-se. Jorge empurra a criada para fora do elevador agarra o Sr. Dr. e atira-o contra uma das paredes do elevador.
O elevador, de madeira podre parte-se e os dois entram pela parede de um quarto desabitado.
O Presidente tenta defender-se com um punhal que trazia consigo.
Jorge não se deteve. Retirou a arma ao Presidente e espetou-a na barriga dele. Este cai no chão.
As criadas correm em seu auxílio.
Juliana olha-o do elevador.
Agora não se pode voltar atrás.
Jorge olha para Juliana como que procurando aprovação, mas nada recebe de seu olhar.
Os gritos das criadas estavam a atrair muita atenção.
Jorge agarra cada uma pelos cabelos e rapidamente, como só um assassino treinado seria capaz, corta-lhes as gargantas.
Corre para o elevador.
Juliana dá-lhe a mão e carrega no botão do piso zero.
Ao saírem do elevador já o corcunda ia a entrar.
"Que barulheira, o que será que se passa?"
O corcunda parece nem reparar no buraco na parede do elevador nem no facto de Juliana estar ali sem o Sr. Presidente.

Juliana sai do elevador mas Jorge fica para trás.
Volta minutos depois.
Juliana percebe que a sua roupa agora tem algumas mancha de sangue, que até à pouco não existiam.
Juliana e Jorge correm.
Juliana quer despedir-se de seus pais, sabe que pode nunca mais os ver.
Jorge deixa-a na casa deles e pede-lhe que espere por ele.
Já era manhã quando Jorge volta.
Nas ruas viam-se vários polícias agitados.
Jorge com um grande sorriso e com uma nova farda diz apenas.
"Estou pronto. Nada mais me prende a esta vila."
Ambos saíram da vila e nunca mais foram vistos!

Fim.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

I find shelter, in this way
Under cover, hide away
Can you hear, when I say?
I have never felt this way

Maybe I had said, something that was wrong
Can I make it better, with the lights turned on
Maybe I had said, something that was wrong
Can I make it better, with the lights turned on

Could I be, was I there?
It felt so crystal in the air
I still want to drown, whenever you leave
Please teach me gently, how to breathe

And I'll cross oceans, like never before
So you can feel the way I feel it too
And I'll mirror images back at you
So you can see the way I feel it too

Maybe I had said, something that was wrong
Can I make it better, with the lights turned on
Maybe I had said, something that was wrong
Can I make it better, with the lights turned on


Maybe I had said, something that was wrong
Can I make it better, with the lights turned on


can I?

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Uma justiça para os meus outra para os outros....




O que me aconteceu...
Esta "piada" conta a ironia de uma situação similar...
(enebile ea vs puala endriou...a fom!)


"A MAIS PERFEITA E VERDADEIRA COMPARAÇÃO.


Duas distintas senhoras encontram-se após um bom tempo sem se verem. 
Uma pergunta à outra: 
- Como vão seus dois filhos... a Rosa e o Francisco? 
- Ah! querida... a Rosa casou-se muito bem. Tem um marido maravilhoso. É ele que levanta de madrugada para trocar as fraldas do meu netinho, faz o café da manhã, arruma a casa,lava as louças, recolhe o lixo e ajuda na faxina. Só depois é que sai para trabalhar, em silêncio, para não acordar a minha filha. Um amor de genro! Benza-o, ó Deus!
- Que bom, heim amiga! E o seu filho, o Francisco? Casou também?
- Casou sim, querida. Mas tadinho dele, deu azar demais. Casou-se muito mal... Imagina que ele tem que levantar de madrugada para trocar as fraldas  do meu netinho, fazer o café da manhã, arrumar a casa, lavar a louça, recolher o lixo e ainda tem que ajudar  na faxina!E depois de tudo isso ainda sai para trabalhar, em silêncio,  para sustentar a  preguiçosa,vagabunda, encostada da minha nora - aquela porca nojenta e mal agradecida!
"Mãe é mãe ! Sogra é sogra" !"

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Tempos difíceis

Os tempos são difíceis,
o défice veio para ficar.
Encontra-mo-nos sem oportunidade de adquirir,
e vêem-se as oportunidades voar.

Torna-se banal o vestuário mais reduzido e de relativa menor protecção.
Já se vê sem dúvida a mente masculina sofrer com os efeitos, desta inflação.

Tenho reparado em ti, mercado.
Analiso-te!
Estudo-te!
Aguardo com expectativa a milagrosa melhoria do estado geral das coisas,
mas... não faço investimentos... e,
assim, pareces inalcansável futuro promissor.

Vejo surgir, difíceis problemas de interoperabilidade.
Vejo o amor ser debitado em relação à subida dos restantes factores da época.
Vejo-te sempre distante, sempre uma possibilidade, futuro promissor.

Pensei em alugar. Podias ser uma ajuda! Mas, está fora de questão.
Pensei em pedir empréstimo, mas também... está difícil acreditar na boa vontade.
Penso que será melhor partir para o marketing agressivo,
sem dó nem piedade!

Esquecer a conjuntura actual passa a ser opção.
Decidir-me por uma abordagem directa,
seguindo a vida ao ritmo de uma bela canção,
em frente, em direcção à descoberta.
Seguindo apenas o toque do coração,
seguindo apenas ...

...a minha razão.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Primeiro olhar...

Ao primeiro vislumbre a tua sombra ficou-me gravada no olhar.
Decidi escrever o teu nome na areia,
rapidamente veio o mar e levou-o para longe.
Não querendo desistir, nas nuvens desenhei o teu rosto,
sem demoras veio o vento e desfez a tua imagem.
Escrevi, então, a tua alma no meu coração,
tive um ataque cardíaco.
Raios, devia ter percebido mais cedo os sinais do destino...

quarta-feira, 24 de março de 2010

Namorada...

Não sei como encontrar uma nova namorada.
Provavelmente porque essa pessoa,
a mulher de quem gosto,
está em casa,
sentada,
sozinha.
Está provavelmente a gastar tempo no computador,
a ler esta mensagem.

Anda encontrar-me!

(tag: comédia...)

domingo, 24 de janeiro de 2010

A mulher invisível



A prova de que nem a mulher dos nossos sonhos é perfeita!
A prova que se pode amar uma mulher que não existe!
Uma história interessante e divertida sobre a loucura da mente humana e do amor.
 
 

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

500 days of Summer



O filme é realmente bom no que toca a demonstrar uma outra realidade do amor.
Aconselho. É um bom filme para todos os solitários, românticos, apaixonados,... e todos os outros!



Summer é bom mas ao que parece o Autumn é melhor!

Depois de verem, digam lá se esta imagem não está fenomenal?
500 dias de...

E, não! Não é 500 dias de prisão!

terça-feira, 24 de novembro de 2009

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Sentimento…

Demonstrando um bom e velho sexismo da qual a maioria dos homens fazem parte, incluindo eu próprio, não podia deixar de mais cedo ou mais tarde reparar numa minha perturbadora característica.

Descobri em mim um sentimento comummente classificado como pouco másculo, no sentido machista da palavra. Um sentimento não digno de um Homem com “H grande”.

Um sentimento que me leva agora a questionar “porquê?” ou “para quê?”.

Para se entender este sentimento é preciso primeiramente perceber o porquê de eu ter reparado nele. (Ou não! Mas mesmo assim vou escrever)

Como reparou há uns tempos uma boa colega, dizendo “…a sério!? Ai que giro!”, sábias palavras. Poderosas o suficiente para me levarem a ponderar esta minha ex-concepção. Estas palavras induzem-me a aceitar esta falha de forma mais leviana. Em todo o caso parece-me ainda digna de anotação.

Esta minha colega reparou que considero o sentimentalismo como um defeito.

Fraquezas emocionais, são para mim, como que um animalejo que nos afecta profundamente distorcendo o raciocínio lógico, por isto mesmo, agindo como um qualquer “H grande” ponho a emoção lá bem no fundo, bem fechada. Claro está que este fruto da minha infância machista me parece agora, graças a esse minha colega, um pouco menos essencial. Para quê fecha-las lá no fundo? Valerá a pena!

Mas, ainda assim, este sentimento não deixa de me provocar indignação. Este conflito de que o “homem” tem que se o bom e velho “Homem”.

E é graças a esta minha característica que reparei que tenho um irracional desejo de acreditar no… “amor perfeito”.

È verdade, este é o meu tão criticado defeito.

Este cliché digno das mais femininas e antiquadas mulheres, provocou-me recentemente uma certa indignação.

Ora, …“Amor prefeito” é uma complexa conjuntura que depende de vários pré-requisitos. Primariamente é algo que deverá existir pré-destinado. Algo que seja notório desde o primeiro contacto. Que deverá ser sentido por ambas as partes no momento em que ambos os olhares se trocam pela primeira vez, provocando um instantâneo reconhecimento das suas almas, o que irreversivelmente levará à felicidade proferida. Algo assim tipo filme de Hollywood.

Será isto pedir demais?

Analisado o meu passado, a minha felicidade nunca dependeu destes primeiros olhares mágicos, mas sim dos inicialmente inquietantes, distantes e frios olhares … mas… mesmo assim… continua o conflito…“amor perfeito”…era giro…