Mecanica-da-Vida é um ensaio, como o autor lhe chama.
Para mim é uma reflexão sobre a vida, individual e social, o seu estado actual, passado e futuro, não fosse a vida uma constante de paradigmas imutáveis revestidos de uma aparente e ilusória distinção de caminhos entre todos!
Encontrarás aqui uma oportunidade de olhar de forma diferente para conceitos como a liberdade, o consumismo, a ética e a felicidade...
Para ler e reflectir...
Mostrar mensagens com a etiqueta So true. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta So true. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
quarta-feira, 27 de julho de 2011
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Desabafo estranho
É estranho constatar, que se intrometem na nossa vida com o único objectivo de prejudicar!
É estranho constatar, que todas as vezes, sem excepção, a mim essa intromissão teve o resultado oposto.
No seu desejo de destruir e incapacidade para compreender.
Mais me aproximei do que se pretendia abolir com uma renovada vontade de a compreender.
O principal alvo são as relações do coração.
Na sua ânsia, os intrometidos provocam o reverso da medalha,
relembram que o outro existe,
que é necessário união,
facilmente surge um renovado desejo de protecção.
É para mim estranho, pensar, que há quem conviva com o ódio, inveja, vontade de prejudicar...
e não me parece que queiram mudar.
Atitudes parvas e ignorantes que apenas procuram magoar! Fazem-no, com incapacidade de ser sensível. Não se apercebem que o mal se apodera do coração e admiram-se quando este pára de funcionar.
No final a amargura corroí-te a cada gesto.
Seja como for... não estou à toa,
posso-te afirmar, que estou numa boa,
continuando a dizer que é estranho constatar...
É estranho constatar, que todas as vezes, sem excepção, a mim essa intromissão teve o resultado oposto.
No seu desejo de destruir e incapacidade para compreender.
Mais me aproximei do que se pretendia abolir com uma renovada vontade de a compreender.
O principal alvo são as relações do coração.
Na sua ânsia, os intrometidos provocam o reverso da medalha,
relembram que o outro existe,
que é necessário união,
facilmente surge um renovado desejo de protecção.
É para mim estranho, pensar, que há quem conviva com o ódio, inveja, vontade de prejudicar...
e não me parece que queiram mudar.
Atitudes parvas e ignorantes que apenas procuram magoar! Fazem-no, com incapacidade de ser sensível. Não se apercebem que o mal se apodera do coração e admiram-se quando este pára de funcionar.
No final a amargura corroí-te a cada gesto.
Seja como for... não estou à toa,
posso-te afirmar, que estou numa boa,
continuando a dizer que é estranho constatar...
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
sexta-feira, 2 de julho de 2010
segunda-feira, 7 de junho de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Uma justiça para os meus outra para os outros....
O que me aconteceu...
Esta "piada" conta a ironia de uma situação similar...
(enebile ea vs puala endriou...a fom!)
"A MAIS PERFEITA E VERDADEIRA COMPARAÇÃO.
Duas distintas senhoras encontram-se após um bom tempo sem se verem.
Uma pergunta à outra:
- Como vão seus dois filhos... a Rosa e o Francisco?
- Ah! querida... a Rosa casou-se muito bem. Tem um marido maravilhoso. É ele que levanta de madrugada para trocar as fraldas do meu netinho, faz o café da manhã, arruma a casa,lava as louças, recolhe o lixo e ajuda na faxina. Só depois é que sai para trabalhar, em silêncio, para não acordar a minha filha. Um amor de genro! Benza-o, ó Deus!
- Que bom, heim amiga! E o seu filho, o Francisco? Casou também?
- Casou sim, querida. Mas tadinho dele, deu azar demais. Casou-se muito mal... Imagina que ele tem que levantar de madrugada para trocar as fraldas do meu netinho, fazer o café da manhã, arrumar a casa, lavar a louça, recolher o lixo e ainda tem que ajudar na faxina!E depois de tudo isso ainda sai para trabalhar, em silêncio, para sustentar a preguiçosa,vagabunda, encostada da minha nora - aquela porca nojenta e mal agradecida!
"Mãe é mãe ! Sogra é sogra" !"
quinta-feira, 29 de abril de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Sucesso
Golpe de sorte ou a primeira lei do sucesso
Espelho, espelho meu, quem é o mais bem sucedido dos bem sucedidos? Maria Bartiromo, jornalista americana especializada na área financeira e pivot de televisão, deu à estampa um novo livro e brinda-nos, logo na primeira página, com uma reflexão interrogativa: “Maria, és uma pessoa bem sucedida?”.
A resposta ocupa 293 páginas, ao longo das quais ‘Money Honey' - alcunha pela qual é conhecida e que tanto faz referência à sua elegância como ao dom natural para fazer dinheiro - analisa e reflecte sobre a sua vida e a das pessoas famosas que entrevistou para a escrita do seu novo livro, "The 10 Laws of Enduring Success".
Um destes dias experimentei a mesma fórmula. Olhei-me no espelho enquanto lavava os dentes e perguntei em voz alta: "Lucy, és uma mulher bem sucedida?". Tive alguma dificuldade em concentrar-me na pergunta porque o meu olhar insistia em analisar a raiz dos cabelos. Até quando vou suportar isto sem ir ao cabeleireiro? Após este breve parêntesis focalizei-me na pergunta e cheguei a algumas conclusões deveras simples, que posso resumir numa centena de palavras.
Antes de mais, a pergunta não está bem formulada. Perguntar se somos bem sucedidos é tão contraproducente como perguntar se somos felizes ou se a vida tem algum sentido. Se a resposta for "não" ficaremos deprimidos, mas se a resposta for "sim", a sensação de complacência e arrogância que nos vai assaltar será também prenúncio de sofrimento ou fracasso no curto prazo. As raras vezes que me senti uma mulher bem sucedida deitei tudo a perder no minuto seguinte.
As pessoas verdadeiramente bem sucedidas que tive a oportunidade de conhecer fogem sempre ao assunto. São bem sucedidas, mas também são paranóicas. Ou vivem cheias de medo de perderem o sucesso alcançado ou num estado de permanente insatisfação ansiando por mais.
Dediquei alguns instantes a pensar nessas pessoas bem sucedidas e a ponderar sobre quais seriam as suas "leis do sucesso". Antes de acabar de lavar os dentes já tinha a lista completa. Bem, importa dizer que nela constam apenas duas "leis". A primeira, e a mais importante, dá pelo nome de sorte, apesar de raramente ser contemplada nos livros de automotivação e crescimento pessoal e profissional. Só uma pessoa que alcança um êxito tremendo como Warren Buffet poderá admitir que o melhor que lhe aconteceu na vida foi nascer homem e caucasiano nos EUA naquele dado momento da História. A maioria das pessoas teve um golpe de sorte quando nasceu e mais uns quantos ao longo da vida, mas nada de grande importância.
A segunda lei é aquilo a que chamamos ambição. Todas as pessoas que conheço e que são bem sucedidas na área da gestão desejaram ter êxito. Praticamente tudo decorre deste desejo desmedido, do trabalho árduo à determinação passando pela falta de compaixão. Ocorre-me, no entanto, outra "característica" imprescindível em certas áreas da gestão: feições bonitas e elegantes. Se for um gestor anglo-saxónico até pode dar-se ao luxo de ser feio, mas se for uma empresária, isto é, mulher, e quiser vingar na televisão, a beleza é essencial.
E pronto, agora já sabem quais são as minhas duas leis e meio do sucesso. Como se pode ver, Maria é muito mais ambiciosa do que eu. Se assim não fosse não se tinha empenhado em chegar às dez leis do sucesso, apesar de algumas serem perfeitamente inúteis.
O auto-conhecimento é a primeira lei que a autora invoca. Pergunto-me o que lhe terá passado pela cabeça. As pessoas com uma dose elevada de automotivação estão cientes da sua fragilidade e falibilidade, facto que as priva da confiança inabalável de que necessitam para serem bem sucedidas. Depois, decreta a integridade como característica essencial para o sucesso. Seria fantástico, sem dúvida, mas como a realidade está longe de ser assim nem vale a pena discutir esta questão.
O mais desconcertante, porém, é dizer que não há sucesso sem humildade. Os leitores britânicos sabem muito bem que só a falsa humildade compensa, uma vez que somos todos dados à auto-desaprovação. Ser genuinamente humilde não leva a lado nenhum. Em todo o caso, não é uma lei que ‘Money Honey' aplique a si própria. Basta ver a forma como o seu nome vem grafado na capa do livro: "Maria Bartiromo", em letras garrafais, brilhantes e em relevo. O nome do ‘ghost-writer', pelo contrário, foi impresso em letras minúscula e num tom baço e neutro.
Há outra "coisa" que também não figura na minha lista de duas leis e meia nem na lista de Maria: competência. É importante, claro, mas deixei-a de fora por ser bastante comum. Vendo bem, há mais pessoas competentes por esse mundo fora do que lugares de topo nas empresas.
Durante a escrita desta crónica ocorreu-me outra lei do sucesso: ser capaz de dizer uma coisa óbvia levando os outros a pensar que é um exercício de sensatez. Curiosamente, os gestores sénior passam o tempo a fazer isso sem o mínimo esforço. Ora, o que acima referi sobre a sorte e a ambição é gritantemente óbvio, mas se o leitor ficar com a ideia de que é uma observação sensata poderei ir descansada ao cabeleireiro e sentir-me uma mulher bem sucedida.
De: Lucy Kellaway,
Exclusivo Financial Times
Tradução de: Ana Pina,
economico.sapo.pt
Espelho, espelho meu, quem é o mais bem sucedido dos bem sucedidos? Maria Bartiromo, jornalista americana especializada na área financeira e pivot de televisão, deu à estampa um novo livro e brinda-nos, logo na primeira página, com uma reflexão interrogativa: “Maria, és uma pessoa bem sucedida?”.
A resposta ocupa 293 páginas, ao longo das quais ‘Money Honey' - alcunha pela qual é conhecida e que tanto faz referência à sua elegância como ao dom natural para fazer dinheiro - analisa e reflecte sobre a sua vida e a das pessoas famosas que entrevistou para a escrita do seu novo livro, "The 10 Laws of Enduring Success".
Um destes dias experimentei a mesma fórmula. Olhei-me no espelho enquanto lavava os dentes e perguntei em voz alta: "Lucy, és uma mulher bem sucedida?". Tive alguma dificuldade em concentrar-me na pergunta porque o meu olhar insistia em analisar a raiz dos cabelos. Até quando vou suportar isto sem ir ao cabeleireiro? Após este breve parêntesis focalizei-me na pergunta e cheguei a algumas conclusões deveras simples, que posso resumir numa centena de palavras.
Antes de mais, a pergunta não está bem formulada. Perguntar se somos bem sucedidos é tão contraproducente como perguntar se somos felizes ou se a vida tem algum sentido. Se a resposta for "não" ficaremos deprimidos, mas se a resposta for "sim", a sensação de complacência e arrogância que nos vai assaltar será também prenúncio de sofrimento ou fracasso no curto prazo. As raras vezes que me senti uma mulher bem sucedida deitei tudo a perder no minuto seguinte.
As pessoas verdadeiramente bem sucedidas que tive a oportunidade de conhecer fogem sempre ao assunto. São bem sucedidas, mas também são paranóicas. Ou vivem cheias de medo de perderem o sucesso alcançado ou num estado de permanente insatisfação ansiando por mais.
Dediquei alguns instantes a pensar nessas pessoas bem sucedidas e a ponderar sobre quais seriam as suas "leis do sucesso". Antes de acabar de lavar os dentes já tinha a lista completa. Bem, importa dizer que nela constam apenas duas "leis". A primeira, e a mais importante, dá pelo nome de sorte, apesar de raramente ser contemplada nos livros de automotivação e crescimento pessoal e profissional. Só uma pessoa que alcança um êxito tremendo como Warren Buffet poderá admitir que o melhor que lhe aconteceu na vida foi nascer homem e caucasiano nos EUA naquele dado momento da História. A maioria das pessoas teve um golpe de sorte quando nasceu e mais uns quantos ao longo da vida, mas nada de grande importância.
A segunda lei é aquilo a que chamamos ambição. Todas as pessoas que conheço e que são bem sucedidas na área da gestão desejaram ter êxito. Praticamente tudo decorre deste desejo desmedido, do trabalho árduo à determinação passando pela falta de compaixão. Ocorre-me, no entanto, outra "característica" imprescindível em certas áreas da gestão: feições bonitas e elegantes. Se for um gestor anglo-saxónico até pode dar-se ao luxo de ser feio, mas se for uma empresária, isto é, mulher, e quiser vingar na televisão, a beleza é essencial.
E pronto, agora já sabem quais são as minhas duas leis e meio do sucesso. Como se pode ver, Maria é muito mais ambiciosa do que eu. Se assim não fosse não se tinha empenhado em chegar às dez leis do sucesso, apesar de algumas serem perfeitamente inúteis.
O auto-conhecimento é a primeira lei que a autora invoca. Pergunto-me o que lhe terá passado pela cabeça. As pessoas com uma dose elevada de automotivação estão cientes da sua fragilidade e falibilidade, facto que as priva da confiança inabalável de que necessitam para serem bem sucedidas. Depois, decreta a integridade como característica essencial para o sucesso. Seria fantástico, sem dúvida, mas como a realidade está longe de ser assim nem vale a pena discutir esta questão.
O mais desconcertante, porém, é dizer que não há sucesso sem humildade. Os leitores britânicos sabem muito bem que só a falsa humildade compensa, uma vez que somos todos dados à auto-desaprovação. Ser genuinamente humilde não leva a lado nenhum. Em todo o caso, não é uma lei que ‘Money Honey' aplique a si própria. Basta ver a forma como o seu nome vem grafado na capa do livro: "Maria Bartiromo", em letras garrafais, brilhantes e em relevo. O nome do ‘ghost-writer', pelo contrário, foi impresso em letras minúscula e num tom baço e neutro.
Há outra "coisa" que também não figura na minha lista de duas leis e meia nem na lista de Maria: competência. É importante, claro, mas deixei-a de fora por ser bastante comum. Vendo bem, há mais pessoas competentes por esse mundo fora do que lugares de topo nas empresas.
Durante a escrita desta crónica ocorreu-me outra lei do sucesso: ser capaz de dizer uma coisa óbvia levando os outros a pensar que é um exercício de sensatez. Curiosamente, os gestores sénior passam o tempo a fazer isso sem o mínimo esforço. Ora, o que acima referi sobre a sorte e a ambição é gritantemente óbvio, mas se o leitor ficar com a ideia de que é uma observação sensata poderei ir descansada ao cabeleireiro e sentir-me uma mulher bem sucedida.
De: Lucy Kellaway,
Exclusivo Financial Times
Tradução de: Ana Pina,
economico.sapo.pt
quinta-feira, 25 de março de 2010
quarta-feira, 24 de março de 2010
Namorada...
Não sei como encontrar uma nova namorada.
Provavelmente porque essa pessoa,
a mulher de quem gosto,
está em casa,
sentada,
sozinha.
Está provavelmente a gastar tempo no computador,
a ler esta mensagem.
Anda encontrar-me!
(tag: comédia...)
Provavelmente porque essa pessoa,
a mulher de quem gosto,
está em casa,
sentada,
sozinha.
Está provavelmente a gastar tempo no computador,
a ler esta mensagem.
Anda encontrar-me!
(tag: comédia...)
Subscrever:
Mensagens (Atom)












