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quinta-feira, 16 de maio de 2013

Pessoas

Segundo Giancarlo Livraghi podemos ter 4 tipos de (atitudes normais em) pessoas. As (atitudes) Inteligentes, sendo estas as que contribuem para o bem do individuo e da sociedade, ou apenas para um deles, mas nunca para causar o mal de um deles.

As infelizes em que os indivíduos se prejudicam em função do bem de outros, uma vez estes são heróis outras apenas pessoas demasiado boas...

As atitudes do bandido, as que Portugal está bem habituado, em que os indivíduos procuram obter benefícios mesmo que isso signifique destruir os outros. No geral mesmo que fossemos todos uns bandidos isto não seria muito prejudicial para a economia de uma sociedade uma vez que os iriam mudar de mãos de bandidos para bandidos, levando à estagnação da sociedade, mas nunca a um retrocesso.

Mas o pior de todos os tipos de pessoas (leia-se atitudes de pessoas) é as estúpidas, infelizmente um modo de vida que se vê constantemente, atitudes de pessoas que se prejudicam, ou em que nada ganham, mas que provocam grande perda para outros. Uma sociedade repleta de pessoas estúpidas é uma sociedade que apenas retrocede.

 




Isto tudo só para perguntar, serei só eu que estou farto de aturar pessoas estúpidas?


 
 
 
 
 
 
 
 
Adaptado de Giancarlo Livraghi (Versão em português de Maranhão Barros)

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Reflexão sobre a vida

Mecanica-da-Vida é um ensaio, como o autor lhe chama. 
Para mim é uma reflexão sobre a vida, individual e social, o seu estado actual, passado e futuro, não fosse a vida uma constante de paradigmas imutáveis revestidos de uma aparente e ilusória distinção de caminhos entre todos!
Encontrarás aqui uma oportunidade de olhar de forma diferente para conceitos como a liberdade, o consumismo, a ética e a felicidade...

Para ler e reflectir...

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Crise

Acho fantástico a desinformação que se tem vivido, principalmente nestes últimos tempos de crise. Os vários governos tentam fazer-nos acreditar que afinal a divida é de todos nós...ainda não percebi muito bem porquê, mas ok...
O dinheiro foi adquirido em condições que nunca deveriam ter sido adquiridos, investido de forma totalmente parva, e recebido de mãos abertas sem se pensar que alguém teria que pagar a conta. mas ok...

Mas o que mais me irrita é ler noticias como "crise europeia pode afectar..." seguida de palavras como "bancos americanos"...mas esperem lá...a crise começou na América!! Principalmente na banca americana...
Ok, os europeus foram parvos em se deixar levar pelos facilitismos do capitalismo americano, mas virem dizer q a "nossa crise", que foi provocada por eles, os pode afectar...
Espero bem é que os afecte...a ver se começam a fazer aquilo que em Portugal ainda não se teve coragem de fazer...julgar judicialmente a irresponsabilidade, incompetência e toda a falta de valores éticos que nos afectam a todos!

Se não fosse o excesso de ganância e egoísmo, dificilmente estaríamos assim...
Já se devia ter percebido que isto do "cada um por si" não nos vai levar a lado nenhum...

Já agora, para quem tiver tempo:
http://www.indyweek.com/indyweek/inside-job-explains-the-bank-crisis/Content?oid=1786315

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

A Arte, Economia e Pirataria na música e cinematografia

Num dia quente de verão, no meio de um turbilhão de felicidade ela foi concebida. 9 meses depois aparece ela, a Arte. Como ela era bela, como ela era sonante. Era um prazer contemplá-la e usufruir da sua presença mesmo quando esta esta era ainda jovem e inexperiente.
Desde pequena que ela sonhava com a fama. Queria ser conhecida por todos.
Nessa altura para se alcançar o mundo, era necessário ajuda, não se podia simplesmente abrir uma pagina na web... A opção era envolver no processo de divulgação os bons vendedores, produtores, disigneres, etc. Assim sendo, a arte empenhou-se, "vou contactar a Economia para me ajudar.

Economia era já uma velha sabixona na altura. Rapidamente se disponibilizou para ajudar. "Em breve todos te vão conhecer, todos se vão alegrar ao ver-te", dizia confiante a Economia para a Arte.
E assim começou a história de como Arte cada vez se tornou conhecida em prol do "bem da humanidade", ou pelo menos assim ela pensava. Pois aos poucos a Economia foi esquecendo "o bem da humanidade" e focou-se apenas no se tornar "cada vez mais conhecida".

Tudo era belo, tudo era feliz, até ao dia em que o bicho da inveja apareceu para a Economia. O Homem tinha resolvido pensar. Começou a copiar as k7s..."raios, não tarda nada andam todos a partilhar a musica divulgada e eu deixo de vender a musica antiga e tenho que estar sempre a comercializar novos produtos!!" pensou para si a Economia.
Contente o Homem vivia rindo e chorando ao bom toque da Arte. Ouvia as copias e não estragava o original, oferecia a copia até no natal. Eram felizes a Arte e o Homem.
Só a Economia não andava contente, os milhões que ganhava não eram suficientes, tinha que se proteger ou um dia podia não mais conseguir vender. O que fazer? O que fazer?

Vou codificar as musicas, construir maneiras de impedir as copias.

Mas codificar as musicas não foi suficiente. A economia precisava de mais. Mexeu os seus longos braços invisíveis e transformou a o Homem num Pirata. O Pirata agora triste, tem que se esconder, é preceguido pela lei.

Tudo começou novamente a correr a favor da Economia. Pelo menos até ao aparecimento da Internet...
A Internet, num acto de romantismo decidiu reunir o Homem e com Arte. Queria que eles se juntassem sempre e em todo o lugar.
Começou então a ajuda-los. A deixar que se encontrassem sem a supervisão de ninguém. Sem que alguém tivesse que saber, que permitir, ou que cobrar.

Como era de esperar alguém não estava contente. A Arte já não precisava da economia para ser conhecida, para ter qualidade... Como ficou triste a economia... mas nem pensar em desistir. A velha Economia podia até já não ser necessária, mas podia sempre tentar convencer tudo e todos que ela é indispensável. Aos poucos continuou a influenciar a lei e antes que todos se apercebessem já a própria Internet era controlada.

A Economia vive ainda hoje no eterno dilema de vender a Arte e continuar a ser sua dona.

Todos os que quiserem partilhar, divulgar e usufruir da arte gratuitamente são assim considerados como criminosos que roubam as empresas que tanto trabalho têm em fazer a copia massificáda de cds, dvs, blu-rays e paginas web para disponibilização paga de algo que se poderia obter gratuitamente ou a preços infimamente pequenos.
"Afinal onde está o valor acrescido do original sobre a cópia?" perguntava-se o pirata? se eu não preciso de um cd, vou paga-lo? Se o meu amigo tem a musica, porque não a posso ouvir também no meu computador, no meu mp3, no meu carro com os meus cd's? Triste é agora o mundo em que as mães têm que ensinar os seus filhos que afinal partilhar é errado...

sábado, 22 de maio de 2010

Crise portuguesa - Verdade ou mentira?

1- "O grande problema não foi provocado pelo governo, ma sim por todos os portugueses que nos últimos anos têm vivido acima das suas possibilidades e recorrido ao crédito para tudo e mais alguma coisa..."

2- "quem ganha mais é que devia pagar a crise!"

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Tempos difíceis

Os tempos são difíceis,
o défice veio para ficar.
Encontra-mo-nos sem oportunidade de adquirir,
e vêem-se as oportunidades voar.

Torna-se banal o vestuário mais reduzido e de relativa menor protecção.
Já se vê sem dúvida a mente masculina sofrer com os efeitos, desta inflação.

Tenho reparado em ti, mercado.
Analiso-te!
Estudo-te!
Aguardo com expectativa a milagrosa melhoria do estado geral das coisas,
mas... não faço investimentos... e,
assim, pareces inalcansável futuro promissor.

Vejo surgir, difíceis problemas de interoperabilidade.
Vejo o amor ser debitado em relação à subida dos restantes factores da época.
Vejo-te sempre distante, sempre uma possibilidade, futuro promissor.

Pensei em alugar. Podias ser uma ajuda! Mas, está fora de questão.
Pensei em pedir empréstimo, mas também... está difícil acreditar na boa vontade.
Penso que será melhor partir para o marketing agressivo,
sem dó nem piedade!

Esquecer a conjuntura actual passa a ser opção.
Decidir-me por uma abordagem directa,
seguindo a vida ao ritmo de uma bela canção,
em frente, em direcção à descoberta.
Seguindo apenas o toque do coração,
seguindo apenas ...

...a minha razão.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Eleições,eu voto... no...

 - ninguém mantém as promessas eleitorais;
 - ninguém está preocupado com as tuas necessidades;
 - ninguém quer ajudar os pobres e os desempregados;
 - ninguém está realmente interessado em tornar Portugal num pais melhor;

Se ninguém for eleito será melhor para todos!
Ninguém diz sempre a verdade!

E  por isso eu voto no ninguém!!