quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Masturbação é?
Se não sabes o que é, aqui fica a explicação dada por especialistas:
Juiz - Fazer justiça com as próprias mãos
Advogado - P.U.N.H.E.T.A. é o Processo Unilateral de Normalização Hormonal por Estimulação Temporária Autoinduzido
Musico - Só de ouvir falar, dá vontade de tocar!!!
Tester - AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!
Amigos - Hahahaha... não sabes?
Politico - Eu nunca fiz isso!
Poeta - Punheta é só ilusão, pensa que tá metendo, mas tá com o caralho na mão!
E..o campeão, com quase 10h em acção (fonix...):
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Crise
Acho fantástico a desinformação que se tem vivido, principalmente nestes últimos tempos de crise. Os vários governos tentam fazer-nos acreditar que afinal a divida é de todos nós...ainda não percebi muito bem porquê, mas ok...
O dinheiro foi adquirido em condições que nunca deveriam ter sido adquiridos, investido de forma totalmente parva, e recebido de mãos abertas sem se pensar que alguém teria que pagar a conta. mas ok...
Mas o que mais me irrita é ler noticias como "crise europeia pode afectar..." seguida de palavras como "bancos americanos"...mas esperem lá...a crise começou na América!! Principalmente na banca americana...
Ok, os europeus foram parvos em se deixar levar pelos facilitismos do capitalismo americano, mas virem dizer q a "nossa crise", que foi provocada por eles, os pode afectar...
Espero bem é que os afecte...a ver se começam a fazer aquilo que em Portugal ainda não se teve coragem de fazer...julgar judicialmente a irresponsabilidade, incompetência e toda a falta de valores éticos que nos afectam a todos!
Se não fosse o excesso de ganância e egoísmo, dificilmente estaríamos assim...
Já se devia ter percebido que isto do "cada um por si" não nos vai levar a lado nenhum...
Já agora, para quem tiver tempo:
http://www.indyweek.com/indyweek/inside-job-explains-the-bank-crisis/Content?oid=1786315
O dinheiro foi adquirido em condições que nunca deveriam ter sido adquiridos, investido de forma totalmente parva, e recebido de mãos abertas sem se pensar que alguém teria que pagar a conta. mas ok...
Mas o que mais me irrita é ler noticias como "crise europeia pode afectar..." seguida de palavras como "bancos americanos"...mas esperem lá...a crise começou na América!! Principalmente na banca americana...
Ok, os europeus foram parvos em se deixar levar pelos facilitismos do capitalismo americano, mas virem dizer q a "nossa crise", que foi provocada por eles, os pode afectar...
Espero bem é que os afecte...a ver se começam a fazer aquilo que em Portugal ainda não se teve coragem de fazer...julgar judicialmente a irresponsabilidade, incompetência e toda a falta de valores éticos que nos afectam a todos!
Se não fosse o excesso de ganância e egoísmo, dificilmente estaríamos assim...
Já se devia ter percebido que isto do "cada um por si" não nos vai levar a lado nenhum...
Já agora, para quem tiver tempo:
http://www.indyweek.com/indyweek/inside-job-explains-the-bank-crisis/Content?oid=1786315
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
A Arte, Economia e Pirataria na música e cinematografia
Num dia quente de verão, no meio de um turbilhão de felicidade ela foi concebida. 9 meses depois aparece ela, a Arte. Como ela era bela, como ela era sonante. Era um prazer contemplá-la e usufruir da sua presença mesmo quando esta esta era ainda jovem e inexperiente.
Desde pequena que ela sonhava com a fama. Queria ser conhecida por todos.
Nessa altura para se alcançar o mundo, era necessário ajuda, não se podia simplesmente abrir uma pagina na web... A opção era envolver no processo de divulgação os bons vendedores, produtores, disigneres, etc. Assim sendo, a arte empenhou-se, "vou contactar a Economia para me ajudar.
Economia era já uma velha sabixona na altura. Rapidamente se disponibilizou para ajudar. "Em breve todos te vão conhecer, todos se vão alegrar ao ver-te", dizia confiante a Economia para a Arte.
E assim começou a história de como Arte cada vez se tornou conhecida em prol do "bem da humanidade", ou pelo menos assim ela pensava. Pois aos poucos a Economia foi esquecendo "o bem da humanidade" e focou-se apenas no se tornar "cada vez mais conhecida".
Tudo era belo, tudo era feliz, até ao dia em que o bicho da inveja apareceu para a Economia. O Homem tinha resolvido pensar. Começou a copiar as k7s..."raios, não tarda nada andam todos a partilhar a musica divulgada e eu deixo de vender a musica antiga e tenho que estar sempre a comercializar novos produtos!!" pensou para si a Economia.
Contente o Homem vivia rindo e chorando ao bom toque da Arte. Ouvia as copias e não estragava o original, oferecia a copia até no natal. Eram felizes a Arte e o Homem.
Só a Economia não andava contente, os milhões que ganhava não eram suficientes, tinha que se proteger ou um dia podia não mais conseguir vender. O que fazer? O que fazer?
Vou codificar as musicas, construir maneiras de impedir as copias.
Mas codificar as musicas não foi suficiente. A economia precisava de mais. Mexeu os seus longos braços invisíveis e transformou a o Homem num Pirata. O Pirata agora triste, tem que se esconder, é preceguido pela lei.
Tudo começou novamente a correr a favor da Economia. Pelo menos até ao aparecimento da Internet...
A Internet, num acto de romantismo decidiu reunir o Homem e com Arte. Queria que eles se juntassem sempre e em todo o lugar.
Começou então a ajuda-los. A deixar que se encontrassem sem a supervisão de ninguém. Sem que alguém tivesse que saber, que permitir, ou que cobrar.
Como era de esperar alguém não estava contente. A Arte já não precisava da economia para ser conhecida, para ter qualidade... Como ficou triste a economia... mas nem pensar em desistir. A velha Economia podia até já não ser necessária, mas podia sempre tentar convencer tudo e todos que ela é indispensável. Aos poucos continuou a influenciar a lei e antes que todos se apercebessem já a própria Internet era controlada.
A Economia vive ainda hoje no eterno dilema de vender a Arte e continuar a ser sua dona.
Todos os que quiserem partilhar, divulgar e usufruir da arte gratuitamente são assim considerados como criminosos que roubam as empresas que tanto trabalho têm em fazer a copia massificáda de cds, dvs, blu-rays e paginas web para disponibilização paga de algo que se poderia obter gratuitamente ou a preços infimamente pequenos.
"Afinal onde está o valor acrescido do original sobre a cópia?" perguntava-se o pirata? se eu não preciso de um cd, vou paga-lo? Se o meu amigo tem a musica, porque não a posso ouvir também no meu computador, no meu mp3, no meu carro com os meus cd's? Triste é agora o mundo em que as mães têm que ensinar os seus filhos que afinal partilhar é errado...
Desde pequena que ela sonhava com a fama. Queria ser conhecida por todos.
Nessa altura para se alcançar o mundo, era necessário ajuda, não se podia simplesmente abrir uma pagina na web... A opção era envolver no processo de divulgação os bons vendedores, produtores, disigneres, etc. Assim sendo, a arte empenhou-se, "vou contactar a Economia para me ajudar.
Economia era já uma velha sabixona na altura. Rapidamente se disponibilizou para ajudar. "Em breve todos te vão conhecer, todos se vão alegrar ao ver-te", dizia confiante a Economia para a Arte.
E assim começou a história de como Arte cada vez se tornou conhecida em prol do "bem da humanidade", ou pelo menos assim ela pensava. Pois aos poucos a Economia foi esquecendo "o bem da humanidade" e focou-se apenas no se tornar "cada vez mais conhecida".
Tudo era belo, tudo era feliz, até ao dia em que o bicho da inveja apareceu para a Economia. O Homem tinha resolvido pensar. Começou a copiar as k7s..."raios, não tarda nada andam todos a partilhar a musica divulgada e eu deixo de vender a musica antiga e tenho que estar sempre a comercializar novos produtos!!" pensou para si a Economia.
Contente o Homem vivia rindo e chorando ao bom toque da Arte. Ouvia as copias e não estragava o original, oferecia a copia até no natal. Eram felizes a Arte e o Homem.
Só a Economia não andava contente, os milhões que ganhava não eram suficientes, tinha que se proteger ou um dia podia não mais conseguir vender. O que fazer? O que fazer?
Vou codificar as musicas, construir maneiras de impedir as copias.
Mas codificar as musicas não foi suficiente. A economia precisava de mais. Mexeu os seus longos braços invisíveis e transformou a o Homem num Pirata. O Pirata agora triste, tem que se esconder, é preceguido pela lei.
Tudo começou novamente a correr a favor da Economia. Pelo menos até ao aparecimento da Internet...
A Internet, num acto de romantismo decidiu reunir o Homem e com Arte. Queria que eles se juntassem sempre e em todo o lugar.
Começou então a ajuda-los. A deixar que se encontrassem sem a supervisão de ninguém. Sem que alguém tivesse que saber, que permitir, ou que cobrar.
Como era de esperar alguém não estava contente. A Arte já não precisava da economia para ser conhecida, para ter qualidade... Como ficou triste a economia... mas nem pensar em desistir. A velha Economia podia até já não ser necessária, mas podia sempre tentar convencer tudo e todos que ela é indispensável. Aos poucos continuou a influenciar a lei e antes que todos se apercebessem já a própria Internet era controlada.
A Economia vive ainda hoje no eterno dilema de vender a Arte e continuar a ser sua dona.
Todos os que quiserem partilhar, divulgar e usufruir da arte gratuitamente são assim considerados como criminosos que roubam as empresas que tanto trabalho têm em fazer a copia massificáda de cds, dvs, blu-rays e paginas web para disponibilização paga de algo que se poderia obter gratuitamente ou a preços infimamente pequenos.
"Afinal onde está o valor acrescido do original sobre a cópia?" perguntava-se o pirata? se eu não preciso de um cd, vou paga-lo? Se o meu amigo tem a musica, porque não a posso ouvir também no meu computador, no meu mp3, no meu carro com os meus cd's? Triste é agora o mundo em que as mães têm que ensinar os seus filhos que afinal partilhar é errado...
domingo, 25 de setembro de 2011
sábado, 17 de setembro de 2011
quarta-feira, 27 de julho de 2011
terça-feira, 19 de julho de 2011
Reflexão ao blog(er)
Aqui encontram-se ardentes opiniões, desejos, sensações arrancadas do peito com vários murros na alma à mistura. Sempre imutável e radiante ela continua a evoluir! Contra ventos fortes que lhe tentam alteraram o rumo. Descobri que da fonte ainda brota a alegria de ver este jardim crescer.
Com nostalgia recordo que já à muito descobri a minha vocação para os amores instantâneos, parvos, mas verdadeiros, espinhos cravados com os escudos levantados, pedaços do meu trilho, migalhas no meu ser. A Bella é que deve ser homenageada, sempre difícil e importante, imutável sofredora.
Alheio a tudo aqui encontro espelhado o meu lento amadurecer. A diminuição do ser inocente e parvo, o continuar do aprendiz que erra sem parar. Terei 50 anos e ainda estarei na busca do encaixe perfeito...
Um velho gaiteiro, charme constante, cabelo pouco ondulante, camisa aos quadrados, jeans velhos e botas da tropa, no meio da selva a lutar com dragões, fadas e vilões...
Ainda nessa altura a evoluir, amadurecer e lutar contra ferozes ventos... Aí mais forte que nunca continuarei a filosofar "aparvalhadamente"...e se dai depender a minha felicidade então... "so be it".
Felicidades a todos os possíveis leitores e todos aqueles que invariavelmente contribuem para este ser que hoje aqui se encontra.
Relax and have fun...
ps. Parabéns à LEGA ;) que ainda vai conquistar o mundo... possivelmente ai já sem mim...
Com nostalgia recordo que já à muito descobri a minha vocação para os amores instantâneos, parvos, mas verdadeiros, espinhos cravados com os escudos levantados, pedaços do meu trilho, migalhas no meu ser. A Bella é que deve ser homenageada, sempre difícil e importante, imutável sofredora.
Alheio a tudo aqui encontro espelhado o meu lento amadurecer. A diminuição do ser inocente e parvo, o continuar do aprendiz que erra sem parar. Terei 50 anos e ainda estarei na busca do encaixe perfeito...
Um velho gaiteiro, charme constante, cabelo pouco ondulante, camisa aos quadrados, jeans velhos e botas da tropa, no meio da selva a lutar com dragões, fadas e vilões...
Ainda nessa altura a evoluir, amadurecer e lutar contra ferozes ventos... Aí mais forte que nunca continuarei a filosofar "aparvalhadamente"...e se dai depender a minha felicidade então... "so be it".
Felicidades a todos os possíveis leitores e todos aqueles que invariavelmente contribuem para este ser que hoje aqui se encontra.
Relax and have fun...
ps. Parabéns à LEGA ;) que ainda vai conquistar o mundo... possivelmente ai já sem mim...
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